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VEJA O QUE ESTÃO FALANDO

Introdução: Compreender as nuances da língua portuguesa nem sempre é uma tarefa fácil, especialmente quando se deparamos com palavras aparentemente simples, mas que carregam significados distintos. Neste artigo, exploraremos a diferença entre “mas” e “mais” e desvendaremos as complexidades de “senão”, seja junto ou separado. Diferença entre “mas” e “mais”: “Mas” sem o “i” é uma conjunção adversativa, sinônima de “porém” ou “contudo”, enquanto “mais” com “i” pode ser um advérbio ou pronome indefinido, sempre contrário de “menos”.

Exemplos de uso de “mas” e “mais”: O texto apresenta exemplos claros, como “o time não jogou bem, mas superou o adversário” e “ela é a pessoa mais antipática do condomínio”. Dificuldades ortográficas e semânticas: Explora as dificuldades relacionadas a senão, seja junto ou separado, e destaca as diferentes classes gramaticais e significados dessa expressão.

Senão como mácula ou contrário: Mostra que “senão” pode significar mácula ou defeito quando usado como substantivo, mas também pode ser uma conjunção adversativa ou indicar exceção.

Observações sobre “senão” separado: Destaca que “senão” separado, como duas palavras, é uma conjunção subordinativa condicional e se substitui por “se” em algumas situações, como “se não chover”.

Conclusão: Dominar o uso correto de palavras aparentemente similares é crucial para uma comunicação eficaz. Esperamos que este artigo tenha esclarecido as diferenças entre “mas” e “mais”, assim como as nuances semânticas e ortográficas de “senão”, proporcionando uma maior confiança ao expressar-se na língua portuguesa.

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Introdução: Em uma exploração fascinante sobre a estrutura linguística, a presente aula destaca três intrigantes fenômenos chamados encontros vocálicos: ditongo, tritongo e iato. Vamos mergulhar nesse universo linguístico para compreender como esses padrões sonoros influenciam a divisão silábica e a pronúncia de palavras. Encontros Vocálicos: Na aula abordada, foram discutidos três tipos de encontros vocálicos – ditongo, tritongo e iato.

Ditongo: Caracterizado pelo encontro de dois sons vocálicos na mesma sílaba, envolvendo uma vogal e uma semivogal.Exemplos incluem “lei”, “degrau” e “mãe”.

Tritongo: Consiste no encontro de três sons vocálicos na mesma sílaba, geralmente uma vogal seguida por duas semivogais. Exemplos incluem “Paraguai” e “saguão”.

Iato : Encontro de duas vogais em sílabas diferentes. Exemplos apresentados foram “cair”, “ciúme” e “Catinga”. Divisão Silábica: A explanação também abordou a importância da divisão silábica para identificar corretamente esses encontros vocálicos nas palavras.

Conclusão: Ao compreender os encontros vocálicos, ampliamos nossa habilidade de análise fonética, enriquecendo nossa apreciação pela riqueza da língua portuguesa. A atenção aos detalhes desses fenômenos sonoros não apenas aprimora a pronúncia, mas também destaca a elegância e complexidade intrínseca do idioma.

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A palavra – “PORQUÊ”

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nós vamos falar do uso da palavra porque a palavra porque pode ser grafada uma só palavra tudo junto ou separadamente em duas palavras e também pode ser grafada com acento circunflexo ou sem acento nós vamos procurar sistematizar o emprego na palavra porque de uma forma bastante prática nós usamos a palavra porque separadamente como preposição por e pronome que que pode ser um pronome interrogativo que o pronome relativo que para facilitar o entendimento você usa porque separado quando cabe a palavra razão por exemplo porque você estuda Por que razão você estuda então é separado Você estuda e nunca me disse porque você estuda e nunca me disse Por que razão também separado quando a palavra porque está grafada no início ou no meio de frase graça se sem acento quando é grafada no fim de frase é com acento circunflexo então eu pergunto porque você estuda Por que razão você estuda separado sem acento separado porque cabe a palavra razão preposição por + pronome interrogativo que além disso é sem acento porque está grafado no meio da frase agora você estuda e nunca me disse porque nunca me disse que por que razão também separado porque cabe a palavra razão trata-se da preposição Por que o pronome interrogativo quê E como está gravado no fim de frase grava-se com acento circunflexo está claro essa diferença agora nós usamos também a palavra porque numa só só palavra quando é conjunção conjunção coordenativa explicativa ou conjunção subordinativa causal nesse caso é sempre substituível por pois a companhia exemplos da palavra por que como conjunção grafada numa só palavra não se atrase porque o chefe está furioso não se atrase pois o chefe está furioso ele tirou carteira de habilitação porque é responsável ele tirou carteira de habilitação Pois é responsável No primeiro caso não se atrase porque o chefe tá furioso esse porque é uma conjunção coordenativa explicativa no segundo caso ele tirou carteira de habilitação porque é responsável esse porque conjunção subordinativa causal quando conjunção o porque sempre junto agora existe também a palavra porque grafada de uma só palavra tudo junto mas acentuada graficamente com acento circunflexo quando se trata de substantivo e quando esse substantivo sempre precedido de um artigo ou de qualquer palavra determinante ou porque um porque este porque o meu porque aí é sempre junto com acento porque se trata de um substantivo por exemplo não entendo o porquê da sua raiva eu não entendo o porquê esse porque é um substantivo graça se junto com acento tudo bem

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Utilizando corretamente as conjunções

Assista esse vídeo no YouTube – Conjunções

Conjunções

Existem na Língua Portuguesa, dois grandes grupos consoantes que nós falamos.

Conjunções coordenativas

Conjunções subordinativas

Coordenativas

Estabelecem relação de coordenação, de independência.

Subordinativas

Dão uma relação de dependência, ou seja, ligam com orações com ideia de dependência.

Tanto a conjunções coordenativas quanto as subordinativas, introduzem em geral as orações, coordenadas, no caso as coordenativas, e subordinadas, no caso das subordinativas.

E novamente, a questão, a preposição vai aparecer, de acordo com a regência do verbo ou do nome.

Eu digo assim:

emprego-de-conectores

Quem tem certeza, tem certeza de.

Observe que neste caso, a palavra certeza, pede a preposição de.

É indevida a construção gramaticalmente falando, tenho certeza que, porque quem tem certeza de.

Nesse caso aqui, existem duas orações:

conjunções

Completiva nominal porque ela completa o substantivo certeza. Quem tem certeza, tem certeza de, completa o nome, por isso que ela é completiva nominal, pode ser chamada também de complemento nominal oracional.

conjunções

O que é um objeto indireto oracional? É mesma coisa que uma oração, que funciona como objeto indireto da outra, por ser objetiva indireta a presença necessária da preposição.

É muito comum, nós usarmos indevidamente a preposição, então nós cometemos erros, não cabe a preposição e nós tendemos a usá-la, ou deixamos de usar a preposição quando ela é necessária, usamo-la quando ela é proibida.

Por exemplo:

“Penso de que o Brasil deveria mudar sua política econômica.

Quem pensa, pensa algo, o verbo pensar está no sentido de julgar, de achar, nesta acepção o verbo é transitivo direto.

Quem pensa, pensa algo, então não se admite dizer “penso de que”, a presença da preposição é indevida em decorrência da regência do verbo.

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Concordância verbal – Parte II

Acompanhe esse vídeo no YouTube – Concordância verbal
Confira o que você vai encontrar neste artigo sobre concordância verbal parte II:
  • 00:00 – Boas-vindas
  • 00:54 – Haja vista
  • 05:57 – Parecer + infinitivo
  • 09:57 – Sujeito composto
  • 24:34 – Verbo ser

Concordância verbal – Parte II Dá-se o nome de concordância ao mecanismo pelo qual as palavras alteram suas desinências para se adequarem harmonicamente na frase.

Regra geral – concordância verbal

Primeiramente é preciso que nós saibamos que concordância verbal diz respeito à relação sintática que se estabelece entre o verbo e o sujeito, é sempre feita do verbo com sujeito.

Por regra geral o verbo concorda com o sujeito em número e pessoa, apenas com o sujeito em número e pessoa ainda que estejam distanciadas entre si.

Então, a primeira preocupação é na identificação do sujeito, uma vez identificado o sujeito , é possível estabelecer a concordância adequada.

Exemplo:

concordância-verbal

Observe, como saber que documentos é o sujeito?

Formule a pergunta ao verbo, o que não chegou? Os documentos.

Se o sujeito é “os documentos”, ainda que esteja depois do verbo conduz o verbo obrigatoriamente ao plural.

Concordância verbal não é feita apenas quando sujeito está grudado ao verbo, é muito fácil você fazer concordância com sujeito está grudada ao verbo, por exemplo:

O menino saiu. – Sujeito no singular, verbo no singular.

Os meninos saíram – Verbo no plural , porque o sujeito está no plural.

Concordância é uma relação que se estabelece ainda que o sujeito esteja distante do verbo.
Obrigatoriamente, sempre que quiser estabelecer concordância, a primeira preocupação é identificar o sujeito:
  • Sujeito singular o verbo no singular.
  • Sujeito plural o verbo no  plural .

Nesta aula trataremos de mais alguns assuntos:

  • Haja vista
  • Parecer + infinitivo
  • Sujeito composto
  • Verbo ser

Haja vista

Em termos de concordância verbal, a expressão: haja vista, no sentido de “considerando”, de “tendo em vista”, ou seja, na indicação de causa, admite três construções:

– Haja vista os novos casos de coronavírus, o governo adotou determinada providência.

– Hajam vista os novos casos de coronavírus, o governo adotou outras providências (flexionando o verbo)

– Haja vista aos novos casos de coronavírus, o governador outras providências.

Pode-se então manter a expressão invariável: haja Vista, pode flexionar o verbo dizendo: hajam vista ou pode manter a expressão invariável: haja vista mas mudar a regência acrescentando uma preposição. As três construções são legítimas igualmente corretas.  

NOTA: se você flexionar o verbo, não pode mexer com a regência. Se você não flexionar o verbo pode manter a expressão invariável.

Nos três casos a palavra vista se mantém inflexível invariável, essa é a questão. Ou seja, é inadmissível dizer: haja visto, haja vistos ou haja vistas. A palavra vista não se altera.

Agora nessa expressão: Espero que Manu haja visto o eclipse. Nós temos uma locução verbal com o verbo “haver” auxiliar mais o verbo “ver”.

Em síntese, não se admite dizer “haja visto” com a ideia de causa, de considerando tendo em vista. 

Parecer + infinitivo

Sempre que o verbo “parecer” vier seguido de qualquer outro verbo no infinitivo, um dos dois irá se flexionar. * um dos dois, nunca os dois.

Parecer + infinitivo= um dos dois

Os meninos parecem entender os motivos

Quando há um verbo auxiliar mais um principal, sempre o auxiliar é que concorda com o sujeito.

No entanto como se trata do verbo “parecer” acompanhado de um verbo no infinitivo (terminados em ar, er ou ir), é facultada a concordância, flexionando o segundo verbo. Portanto podemos dizer de igual modo que:

– Os meninos parece entenderem os motivos

– As estrelas pareciam brilhar no céu

– As estrelas parecia brilharem no céu

– Vocês parece não estarem acreditando nisso

– Vocês parecem não estar acreditando nisso

Por mais que soe estranho, a frase está correta. Pois se aplica SOMENTE AO VERBO “PARECER, e a nenhum outro mais.

Sujeito composto

Um dos casos mais importantes de concordância verbal, sujeito composto.

Para que nós saibamos fazer a correta concordância, é preciso observar a posição desse sujeito.

Sujeito composto anteposto

Quando o sujeito composto vem anteposto ao verbo, ocorre obrigatoriamente o plural. Concordância lógica.

sujeito-composto

Outros exemplos:

Pai e filho precisam de diálogo.

O céu e a terra passarão.

Sujeito composto posposto

Quando o sujeito composto vem posposto ao verbo, o verbo vai ao plural (concordância lógica) ou concorda com o núcleo mais próximo (concordância atrativa).

sujeito-composto

Observação:

Há casos em que o sujeito composto, mesmo anteposto, admite o verbo no singular.

a) quando os núcleos do sujeito são sinônimos ou quase sinônimos:

Medo e pavor faz (ou fazem) a pessoa ver fantasmas.

Uma paixão, um amor, um carinho, um simples afago satisfaz (ou satisfazem) a moça.

c) quando os núcleos do sujeito são dois infinitivos, ocorre apenas o singular:

Amar e sonhar faz parte da vida de todos.

d) quando os infinitivos exprimem ideias opostas, ocorre apenas o plural:

Amar e odiar fazem parte da vida de todos.

Sujeito composto com ou

Quando o sujeito composto tem seus núcleos ligados pela conjunção ou, é preciso observar o seguinte:

a) se o ou exprimir ideia de soma, adição, o verbo vai ao plural:

Exemplos:

Física ou Matemática exigem raciocínio lógico.
Fluminense ou Real Madrid são times da elite do futebol mundial.

b) se o ou exprimir ideia de exclusão, o verbo ficará no singular:

Pedro ou José desposará Teresa.
Fluminense ou Real Madrid será o próximo campeão mundial interclubes

Sujeito composto ligado por com

Quando o sujeito é composto e tem seus núcleos ligados pela preposição com, o verbo vai, de preferência, ao plural; admite-se, entretanto, a concordância enfática com um dos núcleos.

Exemplos:
O ministro com seu assessor desembarcaram (ou desembarcou) em Brasília.
O réu com um menor invadiram (ou invadiu) a casa da vítima para matá-la

Observação

Caso o termo precedido da preposição venha isolado por vírgula, passará a ser adjunto adverbial de companhia, e o sujeito deixará de ser composto.

concordância-verbal

Sujeito composto resumido por pronome indefinido

Quando o sujeito composto vem resumido por um pronome indefinido, o verbo concorda com esse termo resumidor.

Amigos, parentes, vizinhos, ninguém entendia seus hábitos reclusos.
Flores, móveis, esculturas, tudo combinava naquela casa.
Balas, biscoitos, chicletes, nada agradava ao menino.

Sujeito composto de pessoas diferentes

Quando o sujeito é composto de pessoas gramaticais diferentes, o verbo vai ao plural concordando com a pessoa numericamente inferior.

Eu, tu e ele procuramos outra atividade.
Tu e ele, procurastes outra atividade casa.
Apenas Jairo e eu não sabíamos o resultado do jogo.

Observação

Quando há tu e ele, o verbo também pode ficar na terceira pessoa do plural:

Tu e ele procuraram outra atividade.

As expressões um e outro / nem um nem outro / um ou outro

Quando o sujeito é composto e vem formado pela expressão um e outro, o verbo vai, de preferência, ao plural; já com as expressões nem um nem outro e um ou outro o verbo fica, de preferência, no singular

Exemplos:

Vi dois filmes: nem um nem outro me agradou.
Um ou outro ator poderá ganhar o prêmio da academia.
Ele contratou duas secretárias, mas uma e outra o decepcionaram.

Observação:

Vários exemplos, no entanto, têm sido usados por bons autores da língua, em que a concordância com essas expressões contraria a regra acima:

Vi dois filmes: nem um nem outro me agradaram.
Ele contratou duas secretárias, mas uma e outra o decepcionou.

Verbo ser

O verbo SER é o mais difícil em termos de concordância, haja vista que ora concorda com o sujeito, ora com o predicativo; além disso, é considerado o único verbo impessoal que pode ir ao plural concordando com o predicativo.

Regra geral
O verbo concorda com o sujeito e apenas com sujeito em número e pessoa.
O verbo SER é o único que pode simplesmente ignorar o sujeito e concordar com outro termo.
Portanto, apenas o verbo ser, nenhum outro verbo.
O verbo SER é o único que simplesmente pode ignorar sujeito e concordar com predicativo.

Vamos aos casos:

a) quando o sujeito do verbo ser é um dos pronomes interrogativos quem ou que, o verbo concorda com o predicativo.

verbo-ser

Outros exemplos:

Quem seriam os vândalos que picharam o monumento?
Que são flores astrais?
Quem eram aqueles rapazes com quem conversavas?
Que são verbos vicários?

b) na indicação de data, hora ou distância, o verbo ser concorda com o numeral, se houver mais de um concorda com o mais próximo (que atua como predicativo).
verbo-ser

Se a palavra DIA estiver presente, concorde com ela.

verbo-ser

Distância:

verbo-ser

Outros exemplos:

Hoje é primeiro de agosto.
Agora são duas horas e cinco minutos.
Agora é meio-dia e meia.
Agora é uma hora e cinquenta e nove minutos naquele relógio.
Daqui a Caldas Novas são mais de trezentos quilômetros.

c) quando há nomes próprios ou pronomes pessoais, o verbo ser concorda com eles, independentemente de estarem exercendo função de sujeito ou de predicativo.
verbo-ser

O verbo SER concorda com o nome próprio.

Outros exemplos:

Fred é as esperanças de gol do Fluminense.
As esperanças de gol do Fluminense era Fred.

Isso também com o pronome pessoal.

Ela sempre foi as preocupações da família.
As preocupações da família sempre foi ela.

d) quando o sujeito é um pronome indefinido ou demonstrativo, o verbo concorda com o predicativo.
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Outros exemplos:

Isto são bobagens, meu filho, bobagens.
Aquilo eram tolices de adolescentes.
O que preocupava a torcida eram as derrotas sucessivas do time.

Nesses casos, aceita-se, todavia, a concordância com o sujeito. É uma concordância admissível, porém, é preferível utilizar o exemplo acima.

Tudo é flores nesta casa.
Aquilo era tolices de adolescentes.

e) as expressões é muito, é bastante, é suficiente, é demais, quando indicam peso, medida ou quantia, são invariáveis.

Duzentos reais é suficiente para almoçar.
Quarenta e dois quilômetros é demais para correr em um só dia.
Dez funcionárias é muito para esse serviço.

f) quando tanto o sujeito quanto o predicativo são formados por substantivos comuns, um no plural outro no singular, o verbo ser concorda com o que estiver no plural.
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Outros exemplos:

O mundo são ilusões passageiras.
Meus sonhos são minha razão de viver.

É cabível, no entanto, o verbo no singular, para destacar o substantivo singular.

“O rebanho é meus pensamentos.” (Alberto Caeiro)

Conteúdos complementares
Veja a parte I de concordância verbal
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Introdução: No segundo segmento sobre o uso de pronomes relativos, exploramos a aplicação do pronome “cujo,” suas variações e a importância de concordância gramatical. Além disso, abordamos o emprego correto do relativo “onde” em referência a lugares e discutimos as particularidades do pronome “quanto” quando associado a pronomes indefinidos.

Uso do Pronome Relativo “Cujo”: Explora-se o emprego do pronome relativo “cujo,” variável em gênero e número, indicando posse. É utilizado para expressar a quem pertence algo, desempenhando a função de adjunto adnominal.

Variações de Gênero e Número: O pronome relativo “cujo” varia de acordo com o substantivo que o sucede, podendo ser “cujo,” “cuja,” “cujos,” ou “cujas.” Essa variação é essencial para concordância gramatical.

Inadmissibilidade de Artigo: É destacado que é inadmissível a presença de artigo antes ou depois do relativo “cujo.” Por exemplo, não se diz “cujo o livro,” e o mesmo se aplica a outras construções similares. Uso do Pronome Relativo “Onde”: A explicação aborda o correto uso do pronome relativo “onde,” que se refere a lugares. Esclarece-se que suas variantes “aonde” e “de onde” dependem da preposição associada ao verbo.

Pronome Relativo “Quanto” com Pronomes Indefinidos: O pronome relativo “quanto” e suas flexões (“quanta,” “quantos,” “quantas”) são discutidos, destacando-se seu emprego exclusivo quando o referente é um pronome indefinido, como “tudo” ou “todos.”

Conclusão: Dominar o emprego correto dos pronomes relativos é essencial para construir frases gramaticalmente corretas e expressar relações de posse, lugar e quantidade de maneira precisa. A compreensão das variações e particularidades de pronomes como “cujo,” “onde” e “quanto” aprimora a clareza e a coesão textual.

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Um esquema básico de redação dissertativa foi apresentado para ajudar na organização e planejamento de textos.

Destaques

💡 O esquema visa ajudar na elaboração de redações claras e bem estruturadas.

📚 É importante adquirir conhecimento gramatical para evitar erros na redação.

📝 A introdução, desenvolvimento e conclusão foram explicados em detalhes.

🏆 A aplicação do esquema pode resultar em redações bem avaliadas em concursos e vestibulares.

🧐 A revisão gramatical é crucial para garantir a qualidade do texto.

Sujeito composto

Acompanhe esse vídeo no YouTube – Concordância verbal – Sujeito Composto

Regra geral – concordância verbal

Primeiramente é preciso que nós saibamos que concordância verbal diz respeito à relação sintática que se estabelece entre o verbo e o sujeito, é sempre feita do verbo com sujeito.

Por regra geral o verbo concorda com o sujeito em número e pessoa, apenas com o sujeito em número e pessoa ainda que estejam distanciadas entre si.

Então, a primeira preocupação é na identificação do sujeito, uma vez identificado o sujeito , é possível estabelecer a concordância adequada.

Exemplo:

concordância-verbal

Concordância é uma relação que se estabelece ainda que o sujeito esteja distante do verbo.

Observe, como saber que documentos é o sujeito?

Formule a pergunta ao verbo, o que não chegou? Os documentos.

Se o sujeito é “os documentos”, ainda que esteja depois do verbo conduz o verbo obrigatoriamente ao plural.

Concordância verbal não é feita apenas quando sujeito está grudado ao verbo, é muito fácil você fazer concordância com sujeito está grudada ao verbo, por exemplo:

O menino saiu. – Sujeito no singular, verbo no singular.

Os meninos saíram – Verbo no plural , porque o sujeito está no plural.

Sujeito composto

Para que nós saibamos fazer a correta concordância, é preciso observar a posição desse sujeito.

Composto anteposto

Quando o sujeito vem anteposto ao verbo, ocorre obrigatoriamente o plural.

Composto posposto

Quando o sujeito composto vem posposto ao verbo, o verbo vai ao plural (concordância lógica) ou concorda com o núcleo mais próximo (concordância atrativa).

Composto resumido por pronome indefinido

Quando o sujeito composto vem resumido por um pronome indefinido, o verbo concorda com esse termo resumidor.

Composto de pessoas diferentes

Quando o sujeito é composto de pessoas gramaticais diferentes, o verbo vai ao plural concordando com a pessoa numericamente inferior.

Composto com ou

Quando o sujeito composto tem seus núcleos ligados pela conjunção ou, é preciso observar o seguinte:

a) se o ou exprimir ideia de soma, adição, o verbo vai ao plural.

b) se o ou exprimir ideia de exclusão, o verbo ficará no singular.

Composto ligado por com

Quando o sujeito é composto e tem seus núcleos ligados pela preposição com, o verbo vai, de preferência, ao plural; admite-se, entretanto, a concordância enfática com um dos núcleos.

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Veja a parte I de concordância verbal

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Introdução: No intricado cenário das dificuldades semânticas e ortográficas, explorar o uso preciso de palavras como “onde,” “aonde,” “donde,” “mal,” e “mau” torna-se imperativo. Este artigo desvenda as nuances desses termos, oferecendo clareza sobre seu emprego adequado. Uso de “onde,” “aonde,” e “donde”: “Onde” é utilizado quando o verbo locativo pede a preposição “em,” indicando um lugar sem movimento para frente. “Aonde” é empregado quando o verbo indica movimento para frente, exigindo a preposição “a.” “Donde” é utilizado quando o verbo locativo pede a preposição “D,” indicando movimento para trás.

Exemplos Práticos:

“Onde” é usado para situações estáticas, como “Onde você mora?” ou “Onde você guardou a tesoura?” “Aonde” é empregado em contextos de movimento para frente, como “Aonde você vai?” ou “Aonde você quer chegar?” Diferença entre “mal” com “l” e “mal” com “u”: “Mal” com “l” é sempre contrário de “bem” e pode ser um advérbio ou uma conjunção temporal.

“Mal” com “u” é sempre adjetivo e sempre contrário de “bom.” Exemplos de Uso de “mal” e “mau”: “Você está agindo mal” (advérbio) versus “Ele não é um mau sujeito” (adjetivo). “Ela ficou mal humorada” (advérbio) versus “Ele é um bom sujeito” (adjetivo).

Variações e Alternativas: É possível usar “de onde” como alternativa a “donde” em construções como “De onde você vem?” A diferenciação entre “mal” e “mau” é crucial para evitar ambiguidades na comunicação.

Conclusão: Dominar a distinção entre “onde” e “aonde,” assim como compreender as múltiplas facetas de “mal” e “mau,” não apenas aprimora a comunicação escrita, mas também enriquece a expressão linguística. Este conhecimento é essencial para evitar mal-entendidos e construir uma comunicação mais precisa e eficaz.

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Análise sintática e concordância

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Nós vamos tratar de análise sintática falando das orações coordenadas assindéticas e sindéticas, e falaremos também sobre concordância.

00:00 – Boas vindas

00:56 – Análise sintática – Orações coordenadas

19:19 – Dúvida de concordância – Flexão verbal

ORAÇÕES COORDENADAS

As orações coordenadas são orações sintaticamente independentes.

De “grosso” modo, posso dizer que as orações coordenadas são orações de sentido completo.

O conceito de oração coordenada é ser sintaticamente independente, ser sintaticamente independente nem sempre significa ser semanticamente independente, ou seja, ter sentido completo.

Exemplo de uma canção de Reginaldo Bessa:

“O tempo não para no porto, 1º Oração

não apita na curva, 2º Oração

não espera ninguém.” 3º Oração

Observe que neste período existem três orações; temos três formas verbais que são: para, apita e espera.

Observe que na primeira oração a frase tem sentido completo, por isso é uma oração coordenada, neste caso é uma oração coordenada assindética.

Oração coordenada assindética é a oração que não apresentam conjunção, não apresenta síndito.

A segunda e terceira oração também são orações coordenadas assindéticas por não apresentar síndito.

As três orações são independentes.

Uma das razões pelas quais aprendemos o período composto: as vírgulas, sempre que houver orações coordenadas, a vírgula será obrigatória.

Se a frase fosse assim:

“O tempo não para no porto, 1º Oração

não apita na curva 2º Oração

e não espera ninguém.” 3º Oração

Observe que a última oração trata-se de uma oração coordenada sindética, por haver síndito uma conjunção e é sindética do tipo aditiva, pois a conjunção e dá uma clara ideia de soma, de adição.

Orações sindéticas são orações que apresentam conjunção, apresentam síndito.

Outro exemplo, trecho de um livro escrito por Tiago de Melo:

“Faz escuro, 1º Oração

mas eu canto.”    2º Oração

Observe que há duas formas verbais: faz e canto.

Aqui temos duas orações sintaticamente independente,

A primeira oração é uma oração coordenada assindética.

A segunda oração é uma oração coordenada sindética, pois apresenta síndito, pois apresenta a conjunção mas e é sindética do tipo adversativa.

Adversativa porque a conjunção mas dá uma clara ideia de oposição, de contraste.

Sempre que houver uma conjunção adversativa, a vírgula antes da conjunção será obrigatória.

Outro exemplo:

Ela é sua amiga – Oração coordenada assindética

portanto vai ajudá-lo. – Oração coordenada sindética, do tipo conclusiva, pois a conjunção portanto, transmite uma clara ideia de conclusão.

Exemplo canção de Caetano Veloso:

Esqueça os mortos, – Oração coordenada assindética.

que eles não levantam mais”. – Oração coordenada sindética, pois apresenta a conjunção que, sindética do tipo explicativa, pois dá uma clara ideia de explicação.

Dúvida de concordância – Flexão verbal

Diferenças de flexão verbal com sujeito coletivo.

Exemplo: O povo protestou em frente ao Congresso.

Observe que povo é coletivo que requer o verbo na 3ª pessoa do singular. Inadmissível dizer: O povo protestaram.

Da mesma forma: O pessoal saiu e ainda não voltou. Não se admite dizer: O pessoal saíram.

Sempre que houver coletivo, o verbo fica na 3ª pessoa do singular.

Existe um caso porém, em que o verbo pode flexionar-se, se ele estiver distante do sujeito:

O povo protestou em frente ao Congresso e depois seguiu para o Palácio da Alvorada.

Neste caso admite-se usar também seguiram. É chamada de concordância ideológica.

“A moçada está no cio, são donos da madrugada.” (Guilherme Arantes)

Isso se chama concordância ideológica ou silepse, que se refere a gênero e número. 

Na frase seguinte, usou-se os três tipos de concordância ideológica simultaneamente:

Lula lá é a gente juntos para fazer brilhar nossa estrela.

Silepse de número, silepse de gênero e silepse de pessoa.

Um exemplo de uma propaganda de futebol:

Todos (nós) amamos futebol .  

Houve concordância ideológica, concordando com todos amam futebol.

Outro exemplo de uma propaganda antiga da Embratel:

(você) Quer um desconto? Faz (faça) um 21.

(tu) Queres um desconto? Faz um 21.

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Introdução: No segundo capítulo sobre a flexão de número, exploramos as nuances da formação do plural em substantivos, destacando regras específicas para terminações em R, Z, S e X. Entender essas variações é crucial para uma comunicação eficaz em português. Substantivos terminados em R ou Z formam o plural com acréscimo de “es” (ex: bar – bares, rapaz – rapazes). Substantivos terminados em S, se não forem oxítonos, são invariáveis; oxítonos ou monossilábicos têm acréscimo de “es” no plural (ex: lápis – os lápis, ônibus – os ônibus). Palavras oxítonas ou monossilábicas terminadas em S têm plural com acréscimo de “es” (ex: país – os países, mês – os meses). Substantivos terminados em X são invariáveis se tiverem mais de uma sílaba; se tiverem apenas uma sílaba, formam o plural com acréscimo de “es” (ex: tórax – os tórax, fax – os faxes). Alguns exemplos adicionais: látex é invariável, sax (instrumento) forma o plural como “saxes”.

Conclusão: A flexão de número em português pode parecer complexa à primeira vista, mas desvendamos suas particularidades para simplificar a compreensão. Ao dominar as regras para formação do plural, a comunicação escrita torna-se mais precisa, elevando a qualidade da expressão linguística.

Metatag para SEO: Flexão de Número em Português: Regras para Plural com R, Z, S e X Descubra as regras essenciais para a flexão de número em português, explorando a formação do plural em substantivos terminados em R, Z, S e X. Domine as nuances da língua portuguesa para uma comunicação eficaz.

 

Introdução: Neste artigo, exploraremos as nuances do uso dos pronomes Eu, Tu, Mim e Ti em diferentes contextos, especialmente quando envolvem preposições. Compreender essas distinções é crucial para evitar equívocos na comunicação escrita e garantir uma expressão gramaticalmente correta.

Pronomes Eu e Tu vs. Mim e Ti: Os pronomes Eu e Tu não podem ser preposicionados, ao contrário de Mim e Ti. Quando há uma preposição, como “a” ou “para,” deve-se usar Mim e Ti em vez de Eu e Tu. Sujeito vs. Complemento: Se o pronome desempenha a função de sujeito, utiliza-se Eu e Tu. Por exemplo, “Compre um livro para eu ler.” Se a função é de complemento, usam-se Mim e Ti, como em “Compre um livro para mim.”

Preposições e Formas Tônicas: O uso correto depende da relação com a preposição. Se a preposição rege diretamente o verbo, utiliza-se a forma tônica: “Não é difícil para mim compreender.” Se a preposição rege o pronome, usa-se a forma tônica: “Perante mim e o juiz.”

Cuidados com a Função de Sujeito: Ao falar sobre ações que envolvem Eu e Tu como sujeitos, é importante usar essas formas. Exemplo: “Disseram para tu ires à farmácia.” Atenção às Construções: A correta compreensão das construções linguísticas é essencial, evitando ambiguidades e garantindo o uso adequado dos pronomes, especialmente em situações de sujeito e complemento.

Conclusão: Ao dominar a distinção entre os pronomes Eu, Tu, Mim e Ti, podemos aprimorar nossa habilidade de comunicação, evitando erros comuns relacionados ao uso inadequado dessas formas. A compreensão das regras gramaticais destacadas neste artigo contribui para uma expressão mais precisa e eficaz na língua portuguesa.

Metatag do Site (SEO): Explorando as Regras dos Pronomes Eu e Tu: Guia Completo para um Uso Preciso Aprofunde-se nas nuances do uso correto dos pronomes Eu, Tu, Mim e Ti em diferentes contextos gramaticais. Evite equívocos e aprimore sua expressão escrita na língua portuguesa.