Utilizando corretamente as conjunções
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Conjunções
Existem na Língua Portuguesa, dois grandes grupos consoantes que nós falamos.
Conjunções coordenativas
Conjunções subordinativas
Coordenativas
Estabelecem relação de coordenação, de independência.
Subordinativas
Dão uma relação de dependência, ou seja, ligam com orações com ideia de dependência.
Tanto a conjunções coordenativas quanto as subordinativas, introduzem em geral as orações, coordenadas, no caso as coordenativas, e subordinadas, no caso das subordinativas.
E novamente, a questão, a preposição vai aparecer, de acordo com a regência do verbo ou do nome.
Eu digo assim:
Quem tem certeza, tem certeza de.
Observe que neste caso, a palavra certeza, pede a preposição de.
É indevida a construção gramaticalmente falando, tenho certeza que, porque quem tem certeza de.
Nesse caso aqui, existem duas orações:
Completiva nominal porque ela completa o substantivo certeza. Quem tem certeza, tem certeza de, completa o nome, por isso que ela é completiva nominal, pode ser chamada também de complemento nominal oracional.
O que é um objeto indireto oracional? É mesma coisa que uma oração, que funciona como objeto indireto da outra, por ser objetiva indireta a presença necessária da preposição.
É muito comum, nós usarmos indevidamente a preposição, então nós cometemos erros, não cabe a preposição e nós tendemos a usá-la, ou deixamos de usar a preposição quando ela é necessária, usamo-la quando ela é proibida.
Por exemplo:
“Penso de que o Brasil deveria mudar sua política econômica.
Quem pensa, pensa algo, o verbo pensar está no sentido de julgar, de achar, nesta acepção o verbo é transitivo direto.
Quem pensa, pensa algo, então não se admite dizer “penso de que”, a presença da preposição é indevida em decorrência da regência do verbo.
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